Thursday, July 23, 2009

Eu fui




Mas não gostei.
Não, que não tivesse gostado dos the killers. Gostei.
Não gostei foi do conceito de um festival de um dia, com casas de banho e pontos de comida a menos para o número de pessoas que lá estavam, onde ou se vê os concertos ou se satisfazem as chamadas primeiras necessidades.

A minha ideia de me divertir não passa pela aflição e preocupação do ai meu Deus que há filas enormes e agora não posso ter fome nem xixi.
Tive. Fome. E sim. Tive xixi.

Bem sei que os estádios são feitos para o futebol e que normalmente (antigamente) eram um sítio mais frequentado por homens. Mas sendo festival deviam ter previsto que meia dúzia de sanitas não iriam ser suficientes para a descarga de super bock que seria consumida...
Não gostei da Duffy, tia lá da terra dela que se esqueceu da pochete para completar o quadro da menina que se passeia em cima do palco como se estivesse num clip de televisão.

Desculpem-me os fãs, mas não conhecia os mano diao e estava à espera de algo parecido a manu chao não sei porquê.

A minha brandy estava igual à do Sudoeste, tirando a versão do aleluia final que não percebi bem a razão de existir a não ser a de, "ah e tal que eu tb consigo..." Aleluias a mais para mim...

Os the Killers não sendo a minha banda de eleição, uma vez que o meu bilhete dizia "Depeche", deram um grande concerto e fizeram a minha deslocação a Lisboa parecer menos ridícula...

À saída do estádio esperavam-me duas horas que eu não previa à espera de um táxi que nunca chegou a passar e de um autocarro que nos levasse para longe dali...

13 Comments:

Blogger mixtu said...

bem...
correu mal...

há concertos assim...

muitos, valem a companhia,. digo eu...

o que vale é que por aqui na serra não há dessas confusões, concertos quero eu dizer... yayay

abrazo serrano

10:27 PM  
Blogger mixtu said...

eu fui...
isto é, tu foste...

mas na certa já foste a outro concerto...

abrazo serrano

10:01 PM  
Blogger Maariah said...

Li hoje que os Depeche preparam outro concerto, desta vez em Lisboa, em Novembro.

Este mês de Novembro está porreiro, nem sei para que lado me virar (quer-me parecer que com tanto coisa que quero ver, acabo é por não ver nada)

7:24 PM  
Blogger as velas ardem ate ao fim said...

Bjoca!

10:14 PM  
Blogger as velas ardem ate ao fim said...

Que é feito de ti??

bjo

8:13 PM  
Blogger as velas ardem ate ao fim said...

bjos

9:41 PM  
Blogger CANHOTO* said...

Foste... Mas qd voltas?
Isto anda mto parado. Ai ai ai...
Bj* ;)

9:40 PM  
Blogger Kilometro said...

reaparezco en escena...
soy el oxidoteatroarte.blogspot.com
que ahora escribe tambien en...
www.kilometro36.blogspot.com
un gran abrazo siempre!!! en estas lecturas virtuales

3:18 PM  
Blogger Peg solo said...

isto anda aqui um abandono? ta de chuva n´é?
pois tb lá estive e ultrapassando o gd melao q foi ter bilhete p os depeche e senhor decidir estropiar a perna em espanha achei q valeu muito a pena os killers e so os killers! o resto realmente so vi de longe isto pq passei o tempo da duffy todinho na fila do wc.

3:16 AM  
Blogger mixtu said...

abrazo...

3:17 PM  
Blogger as velas ardem ate ao fim said...

Recusemos a ideia do Pai Natal em que os desejos caem do Céu.

Ousemos acreditar no Pai Natal como ideia de esperança e confiança sem limites.


Feliz Natal!

9:11 PM  
Blogger as velas ardem ate ao fim said...

Lembra te:

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)


Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
[Carlos Drummond de Andrade]

Bjos Bom Ano!

10:32 PM  
Blogger mixtu said...

un abrazo... de paris

8:41 PM  

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